Translate/Traduzir

quinta-feira, 4 de julho de 2013

O amor

Certa vez no colegial, li alguns trechos de O Banquete de Platão, lá contava a história do nascimento de Eros, que seria uma das representações do amor.

Eros foi gerado em um banquete em comemoração ao nascimento da deusa Afrodite, entre os convidados estava Poros (a bonança) e Pínia (a miséria), após o banquete, Pínia aparece no local para mendigar o que sobrou do banquete. Ao se deparar com Poros, ela encontra nele tudo o que lhe fazia falta, pois ele era pleno e abundante. Embriagado, Poros adormeceu no jardim, e Pínia se deitou ao lado dele, concebendo Eros.

A partir desse trecho é possível entender os polos do amor, a miséria e a bonança. Quando o amor está em seu polo negativo, ou seja, a miséria, estamos sempre a mendigar o amor de outrem, somos egoístas e condicionamos o amor. Quem nunca vivenciou uma situação em que uma das partes não correspondendo à mesma forma de amor ofereceu a amizade e o outro preferiu sentir ódio a aceitar o amor proveniente de uma amizade, pois contrariava o seu interesse?

O amor pode se manifestar de diversas formas e não apenas em um relacionamento conjugal. Por isso em seu outro polo, a bonança, é rico e constante não se limita a condição, tem tudo o que precisa e se completa por si só.

Vamos permitir que o amor floresça dentro de nós, da forma como vir a se manifestar. Quem disse que existe apenas uma forma de amar? O amor, independente da forma como é manifestado, em uma relação de amigos, familiares, ou casal, nos mostra uma única coisa, existe e está ali para quem quiser vivê-lo, basta se permitir!

Axé!




terça-feira, 25 de junho de 2013

Ser religioso


Refletindo sobre a religiosidade, me surgiram uma série de questões, sobre o porquê da religião para o ser e qual o papel que ele enquanto religioso deve desempenhar...

Religião significa religar-se com Deus, portanto, o primeiro a buscar auxilio dentro da religião é o próprio religioso. Mas é muito triste ver adeptos da religião usando-na para alimentar seus egos, sem se preocupar com o propósito inicial, em ser melhor em suas virtudes e acolher seus irmãos.

Um religioso em momento algum deve ser moralista e criticar aqueles que ainda não encontraram seu Deus interior, ele deve estender a mão não exigindo que seu próximo tenha a sua mesma visão, mas acolhê-lo em suas dificuldades auxiliando-no a ter mais fé e vencer aquele desafio.

Nosso principal papel perante o divino é aceitar que temos as nossas limitações e estendermos as mãos ao nosso próximo sem achar que somos melhores ou mais evoluídos do que eles, entender que nosso próximo também nos auxilia em nossas dificuldades, com suas histórias de vida, com problemas, muitas vezes, iguais aos nossos e que ao os expor nos ensina a resolver as nossas maiores dificuldades.

Sejamos sempre instrumentos da vontade divina, entendamos que a religião e o fato de a representarmos é meio para aprendermos e não para nos vangloriar.

Axé!

Equipe UCJ- por Caroline Nagao




sexta-feira, 21 de junho de 2013

Libertando-se de prisões interiores


Desaprisionar-se consiste em libertar-se de ideias, pensamentos e sentimentos que hoje já não nos acrescentam. Em algumas etapas de nossa vida, muitas vezes nos mostramos incompetentes para resolver uma determinada situação, isso se deve ao nosso aprisionamento mental, condicionado ao pensamento de que não somos capazes, a fatos do passado, experiências de outrem...

Quando nos mantemos fixos em um padrão de pensamento como o não conseguir, nos tornamos condicionados ao insucesso em nossos objetivos. Quando nos libertamos de velhos conceitos, expandimos o nosso consciente sendo possível a partir daí pensar em novas estratégias, experimentar novas abordagens e consequentemente aprender novos caminhos que nos possibilite o alcance de nossas metas.

O desaprisionamento se faz necessário para libertar-nos de nós mesmos. Nos libertar de nossas principais limitações e medos. A partir da libertação de nosso eu, torna-se possível ter ideias claras sobre nós mesmos, o que realmente queremos, nossa capacidade e o que precisamos adquirir para o alcance de nossas metas.

Liberte sua mente de tudo o que te impede, de tudo aquilo que te impeça de ser feliz, de ser pleno em si mesmo e de obter suas merecidas conquistas. Liberte-se de você, de todos os bloqueios auto-impostos, de todo o medo que te impede de tentar e acreditar em si mesmo, liberte-se de todos os conceitos que não fazem parte de você e não te faz crescer. Tenha coragem e seja livre. Seja livre para dar o melhor de si, seja livre para ser feliz.


Equipe UCJ- Caroline Nagao




segunda-feira, 17 de junho de 2013

"Veras que um filho teu Não Foge a Luta, e Nem Teme"

O Gigante Acordou com Fé no Melhor Do País!

Jovens como Eu, é o nosso tempo de Lutar, assim como nossos Avós e Pais lutaram no passado!

Ame Sua Pátria, Respeite Sua Família, Honre a Sua Era"

Acreditar Sempre,Cai Talvez, Desistir jamais!

Franz Meier - Equipe UCJ

Força Brasil!

quarta-feira, 12 de junho de 2013

O amor incondicional

Amor, uma virtude constituída a partir do respeito, concretizada na sinceridade e eternizada pelo desapego.

O amor se fortalece quando já não temos o medo de perder, quando a felicidade já não é condicionada em estar ou não juntos, quando se aceita as limitações, quando se supera o egoísmo, quando é manifestado sem que se espere algo em troca, porque aí se tem o respeito, o entendimento de que cada um é como é e tem o seu momento.

Quando o amor provoca sofrimento é porque ou não o temos para nós mesmos, ou não estamos o compreendendo em sua profundidade, não estamos nos respeitando ou respeitando ao outro, o amor provoca inseguranças quando nos apoiamos nele, como isso acontece? Uma forma bastante simples é depositarmos a confiança e amor que deveríamos ter em nós mesmos em um relacionamento, no outro, esperando que o outro nos dê o que apenas nós mesmos podemos nos dar.

Que a nossa amada mamãe Oxum nos capacite a aprender o amor em nosso íntimo e em sua forma mais pura, e que nele pratiquemos o desapego, aprendamos o respeito ao outro, a nós mesmos e a vontade do divino Criador, entendamos sua verdade, para que o amor seja, hoje, uma virtude que nos liberte e não nos cause dor.
Oraieieou, mamãe Oxum!

Axé irmãos,
Equipe UCJ- Por Caroline Nagao






segunda-feira, 10 de junho de 2013

O perdão

É muito comum vivenciarmos alguma experiência dolorosa e ouvirmos o conselho de que devemos perdoar. O perdão é sempre visto como ato de nobreza, e acima de tudo, uma superação. Entretanto, apesar de ser uma atitude tão bonita, também é difícil de ser praticado, deve ser espontâneo, os vestígios e feridas da dor provocada devem ser esquecidos por completo.

Tão difícil como perdoar alguém é perdoar a si próprio e se libertar dos arrependimentos e culpas que adquirimos ao longo de nossa vida.

Fiquei a pensar sobre o ponto de partida para se praticar o perdão e cheguei a conclusão de que o primeiro passo para se perdoar é aceitando as limitações, tanto as nossas quanto as alheias. Entender que apenas se dá aquilo que se tem e, se erramos é o melhor que temos hoje e no decorrer de nossa vida nos aperfeiçoaremos.

Então, se hoje, você tem mágoa ou arrependimento lembre-se sempre de que era o melhor que se tinha para aquele momento e que errar faz parte da evolução de todos nós, e é a partir de nossos erros que crescemos.

Axé, irmãos! E que nos tornemos melhores em nós mesmos sempre!

Equipe UCJ- Por Caroline Nagao

Curta: https://www.facebook.com/pages/UCJ/564542046898111?fref=ts

Acesse nosso blog:http://umbandaconscienciaejuventude.blogspot.com.br/



Venham Curtir a nossa Festa Julina UCJ
Equipe UCJ

sábado, 8 de junho de 2013

A Estrada!

Prestando atenção em tudo que tenho vivido,
Depois da Ação, sento em frente e assisto um filme,
Sem julgar se estive certo ou errado, mas buscando aprender a ser Melhor do que Eu já Fui!

E vou seguindo, hoje agradecendo mais aos Orixás.....
Por me darem a Consciência de Suas Virtudes Divinas!
Por me mostrarem que a Simplicidade vem do Coração!
Que a Humildade nos protege do mal!

Que o Respeito é o Primeiro degrau do Amor!
Que o principal Desenvolvimento dentro de uma corrente de Umbanda , é seu próprio!

Que não existe "missão" melhor ou pior, somente a diferente!
Então Eu sigo! De cabeça erguida com Fé e Respeito!
Nunca Sozinho!

Franz Meier - Desenhando Meu Caminho....

Curta no Facebook:UCJ 
Me da a Sua Mão....Me de o Seu Amor....
E Curta nossa pagina no Facebook!

https://www.facebook.com/pages/UCJ/564542046898111

Por uma Umbanda sem preconceitos, consciente e com acesso a todos que quiserem aprender desse universo maravilhoso. Um fruto de Luz, Caridade e Amor que no Brasil nasceu e vem crescendo com o amparo de nossos amados Orixás.


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Trabalho na Força dos Baianos

Itens:
  • 07 tipos de fruta, uma unidade de cada (sendo que, 03 delas, precisam ser ácidas, tipo limão, laranja, carambola, abacaxi, entre outras);
  • 07 Campos da Vida (Físico, Espiritual, Intelectual, Financeiro, Social, Profissional e Familiar) escritos a lápis, cada um em um papel, com seu pedido referente ao campo;
  • 07 Velas Amarelas (palito);
  • 01 Vela Branca (palito).

Procedimentos:

- Colocar cada papel com o campo e o pedido dentro de uma das frutas, completando 07 papéis em 07 frutas;

- Acender as velas amarelas em círculo, intercaladas com as frutas;

- No centro, acender a vela branca.

Figura 01 – Demonstração do espaço mágico-religioso

Depois que acender as velas, fazer a seguinte oração:

“Querido Pai Oxalá, Querida Mãe Iansã, peço que, pelo Seu poder realizador, imante esses frutos e assim como eles trazem a Vida, gerem a Vida, o Movimento e a Benção em todos os campos da minha vida. Amém!”

Depois que acabarem as velas, jogue o resto da parafina no lixo, pegue somente as frutas e leve para um jardim.

Quando chegar lá, para entrar no jardim, bata três vezes 3 palmas e faça a seguinte oração:

“Amado Senhor Deus, Sagradas Forças responsáveis por esse ponto de forças, Vos peço licença para deixar aqui minha oferenda para que continue o trabalho já começado pelo Guia Espiritual Zé Pilintra. Amém!”

Escolha uma árvore e dê 07 passos (começando pelo pé direito), entrando no jardim e chegando ao local escolhido.

Coloque as frutas em volta da árvore e diga essas palavras:

“Amados Orixás, Amadas Forças da natureza, assim como é forte a raiz dessa árvore, peço que as raízes que me faltam em meus 07 campos nasçam e se tornem fortes com a longevidade necessária para minha evolução. Amém!”

Depois disso feito, diga a seguinte oração:

“Deus, Sagradas Forças responsáveis por esse ponto de forças, Sagrado Sr. Baiano Zé Pilintra, Vos agradeço por todo amparo que me deram e peço licença para sair do Vosso ponto de forças. Amém!”

Dê 7 passos para trás e ajoelhe no último, fazendo um agradecimento para Deus com suas próprias palavras. Quando acabar, bata três vezes 3 palmas levante-se, vire de costas e vá embora.

Lembre-se: Nenhuma entidade (de Oxalá a Exu) que esteja em nome de Deus poderá lhe fazer mal. Confie sempre no poder divino.

“Umbanda é a manifestação do espírito para a caridade”

Sr. Caboclo das 7 Encruzilhadas, incorporado em seu médium,

Zélio Fernandino de Moraes, fundador da Umbanda.

Trabalho passado por Sr. Zé Pilintra, nos trabalhos do dia 20/09/2011.

Abraços,

Franz Meier – Equipe UCJ

umbandaconsciente@gmail.com

http://umbandaconscienciaejuventude.blogspot.com/

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Mudança no Caminho para Chegar ao SANTUÁRIO NACIONAL DA UMBANDA

           Todos os usuários do SANTUÁRIO NACIONAL DA UMBANDA devem ter ouvido falar que a promotoria pública de meio ambiente de Santo André estava tentando fechar a parte andreense da estrada que leva ao nosso parque religioso.  Depois de muitos recursos e de extintos todos os prazos estabelecidos por decisão judicial, a solicitação da promotoria foi aceita e o judiciário permitiu que essa atitude descabida fosse levada a cabo.
             Pois bem meus queridos, hoje (31 de agosto) o céu amanheceu em prantos e alagou a cidade.  No momento que escrevo essas palavras, Inhaçã balança efusivamente as folhas das árvores reconhecendo minha dor.
            Quero deixar claro que o SANTUÁRIO NÃO ESTÁ FECHANDO, apenas mudaremos o caminho para chegar, porém, não consigo entender a razão pela qual algumas pessoas acham que fechar uma estrada que existe há cem anos e abrir outra (no meio da mata nativa) é preservar o meio ambiente,  e vejam bem, são ambientalistas que estão lutando com todas as forças para que isso ocorra.
             Os Prefeitos municipais de Santo André e de São Bernardo do Campo posicionaram-se totalmente contra esse fechamento da estrada por entender o mesmo que qualquer leigo:  a abertura de uma nova estrada causará mais danos ambientais maiores do que a conservação da estrada que já existe.
             Quero dizer a todos que acredito realmente não estar sozinho nessa luta.  Sei que posso contar com a ajuda de todos e, muito particularmente com os nossos Guias e Orixás.  Procuro sempre me lembrar: a vida é uma caminhada para evoluir e purificar nossas almas e também as das pessoas que nos rodeiam.  Por isso, creio que precisaremos passar por isso, se não for para nós, certamente será para aqueles que nos rodeiam. 

            Nós umbandistas sabemos exatamente o que significa a palavra preconceito.  Já vivemos momentos piores e sempre saímos vitoriosos.  Como diz Carlos Drummond de Andrade:

“No meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meu caminho
Tinha uma pedra
No meu caminho tinha uma pedra”.

Acabei de me lembrar: SOU FILHO DE XANGÔ.      Pedras não serão obstáculos para mim!

ATENÇÃO:  O SANTUÁRIO CONTINUA FUNCIONANDO NOS DIAS E HORÁRIOS NORMAIS
  
Segue alternativa de caminho:
  
Ø   Do centro de Santo André siga pela Avenida Perimetral;
Ø  No final dela contorne pela esquerda a Estátua dos Imigrantes (em frente ao McDonald’s) e siga pela Avenida Santos Dumont – seguir a placa POUPA-TEMPO DA SAÚDE;
Ø   Passe sob o Viaduto da Avenida D. Pedro I e entre na primeira à direita (Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo).  Essa avenida tem as duas pistas divididas por um rio e passa em frente ao Estádio de Futebol Bruno José Daniel – seguir a placa CIRCUITO VERDE;
Ø  Siga até o final, contorne à esquerda, e mantenha-se à direita até o semáforo (final da rua);
Ø   No semáforo vire à direita (Estrada do Pedroso);
Ø  Contorne o Largo da Cata Preta e siga em frente pela Estrada do Pedroso.  Passará pela antiga Estação do Teleférico (à direita) e pelo Grupamento Ecológico da Guarda Municipal (à esquerda); 
Ø   Continue seguindo em frente passando pelo Parque Miami até o final do asfalto;
Ø  Cruze por baixo do Rodoanel (pequeno trecho asfaltado).  Em seguida volta a ser estrada de terra;
Ø   Siga pela estrada de terra até chegar ao SANTUÁRIO.


Se tiver alguma dificuldade durante o trajeto ligue para 4338-0946 ou 4338-0261.
            
Pai Ronaldo Linares
 SANTUÁRIO NACIONAL DA UMBANDA
   Vale dos Orixás
        4338-0946 / 4338-0261

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Despachos na Umbanda

          Muitas pessoas têm dificuldade de entender o fundamento de DESPACHOS na Umbanda. Muitas vezes, deixam de ser beneficiadas por pré-conceitos e falta de informação nossa, próprios Umbandistas, que, muitas vezes não nos preocupamos com certos rituais. E o despacho é mais um deles.
O despacho dentro da Umbanda é um dos recursos mais utilizados para benefício das pessoas e, quando bem feito, desencadeia verdadeiros milagres, afastando espíritos obsessores, trabalhando na cura, no equilíbrio, na positivação, na energização, na abertura de caminhos com os elementos colocados na Natureza – em complemento as orientações que as entidades passam em atendimentos.
Lembrando que: nenhum dos elementos é usado na Umbanda como “comida” para a entidade clamada ou para os Orixás. Mas sim, são usados como elementos mágicos que são manipulados pelos guias espirituais que utilizam da sua essência material natural (da natureza do alimento), retirando dali as energias necessárias para o trabalho pedido.
Essas essências abrem verdadeiros portais nos Santuários Naturais (Pontos de Forças indicados pela entidade), se projetando até a pessoa ou ao local que precisa ser trabalhado, irradiando seu Axé, sua essência divina, as Forças e Bênçãos da oferenda.
Abaixo, segue uma adaptação de um procedimento para despachos. Como tudo na vida, se fizer direito, estará se beneficiando por completo. Agora, se fizer de qualquer jeito, você também sai de qualquer jeito.

Procedimento para um bom despacho

1) Pegue os elementos com a Mão Esquerda e coloque-os em uma sacolinha (não coloque dentro do bolso ou bolsa para que ele não entre em contato com o corpo ou com objetos de uso pessoal);
2) Quando sair do trabalho espiritual, vá direto para o local indicado pelo Guia;
3) Quando chegar nesse local (ponto de forças), fazer a seguinte oração:
                “Amado Senhor Deus, Sagradas forças responsáveis por esse ponto de forças, Vos peço licença para deixar aqui meu despacho para que continue o trabalho já começado pelo Guia Espiritual _______________________________ (nome do Guia). Amém!”
4) Colocar o despacho com a Mão Esquerda no local escolhido e dizer:
“Sagrado Sr. _______________________________ (nome do guia), em nome de Deus e respeitosamente Vos peço que recolha e anule esse despacho. Amém”!
5) Depois disso feito, dizer a seguinte oração:
“Sagradas forças responsáveis por esse ponto de forças, Sagrado Sr. _______________ (nome do guia), Vos agradeço por todo amparo que me deram e peço licença para sair do Vosso ponto de forças. E que os senhores possam reter e recolher nesse Vosso campo quaisquer cargas negativas que ainda restarem em meu espírito, em nome de Deus. Amém!”
6) Dar 7 passos para trás e ajoelhar no último, fazendo um agradecimento para Deus com suas próprias palavras. Quando acabar, levantar-se, virar de costas e ir embora.

Lembre-se: Nenhuma entidade (de Oxalá a Exu) que esteja em nome de Deus poderá lhe fazer mal. Confie sempre no poder divino. “Umbanda é a manifestação do espírito para a caridade”

Adaptado do Livro “Rituais Umbandistas”. Autor: Rubens Saraceni. Editora Madras

Abraços,
Equipe UCJ  - Franz Meier e Fabiana Cardoso

quinta-feira, 17 de março de 2011

A Morte e Seus Orixás


A morte é uma coisa “engraçada”, né?! Um dia, se está vivo para uma realidade e, no outro... não está mais ali!

Acordei, hoje pela manhã, com a notícia que uma amiga havia feito a passagem... Pudera! Depois de 02 anos lutando bravamente com um tumor maligno no cérebro, o corpo físico não mais agüentou e começaram a falhar seus órgãos... Até que houve o falecimento.

Uma sorte para ela, que vai! Tenho certeza que a acolhida será da melhor maneira – como merece e precisa. Uma dor para aqueles que ficam – principalmente a família mais próxima e os amigos mais chegados que, embora conformados (já que ela estava sofrendo muito), o momento de se despedir nunca é fácil.

Nossa sorte, como Umbandistas e/ou Espiritualistas, é sabermos que não acaba por aqui! Então, quando ela estiver recuperada, virá se comunicar e trazer as novas. Entendemos também que seus guias e mentores estão e estarão com ela durante toda a recuperação astral.

Agora... Como se processa esse desligamento no lado espiritual? Aí está algo que tenho tentado entender nas últimas semanas (aproveitando o processo de iniciações de nosso curso de Sacerdócio Umbandista, aonde fomos iniciados nos Mistérios de Pai Omulu na semana passada e seremos de Pai Obaluaiê - nesse próximo final de semana).

Como entender essa dupla de Orixás tão controversos? O “Senhor das Doenças” e o “Senhor da Morte”, os “impiedosos” Omulu e Obaluaiê... Quando falamos aos antigos, um sinal de respeito e temência se instala...

Andei buscando informações sobre os dois, mas, muitas fontes que encontro são do Candomblé. Omulu seria um Obaluaiê mais jovem? Alguns dizem que sim – e daí surge a confusão de serem um só.

Prefiro pensar em Pai Omulu como Senhor da Cura. Afinal, Olorum – Divino Criador da Perfeição que é o Todo – não daria apenas senhores Orixás punidores, castigadores, que dariam o direito de encarnados se servirem para o mal de seus semelhantes.

Pai Omulu tem seu Campo de atuação no Cemitério, um local de intensa renovação. Responsável pelo desligamento do cordão de prata que nos une ao corpo material e (acredito) responsável também pelo nosso Duplo Etérico – corpo-cópia do encarnado, responsável pela localização dos chackras e abastecimento energético do físico.

Omulu, dentro da Lei Maior, da Justiça Divina e do merecimento e necessidade da pessoa, fortalece e/ou enfraquece esse Duplo Etérico através de seus Mistérios, causando a moléstia e sua cura. Dor é sempre um caminho de aprendizado, certo?

Mas, é só esse o campo de atuação de Omulu?
No meu ponto de vista, NÃO!
Omulu também, como fortalecedor e enfraquecedor de campos, pode nos auxiliar a enfraquecer um medo (e junto com Ogum nos direcionar para termos coragem);
pode nos enfraquecer uma obsessão amorosa (e, com Oxum, fortalecer um novo e saudável amor);
pode enfraquecer uma Fé abalada (e, com Oxumaré e Oxalá, trazer a renovação em outra Fé) e assim por diante.

Pai Obaluaiê, Senhor das Passagens: enquanto Pai Omulu desliga o ser para seu desencarne, Pai Obaluaiê e seus Mistérios o direciona para seu lugar de merecimento na Criação. O Campo Santo (Cemitério, Calunga...) é cheio de Mistérios também, e é campo de atuação de ambos Pais, mas cada um “na sua enfermaria”.

As Passagens podemos entender como caminhos, degraus, partes da evolução de um ser.

Não nos limitemos ao que estamos lendo, nunca! 
Vamos expandir o conhecimento e, com coerência, conseguir entender o pedaço que nos cabe dos Mistérios Divinos!

Atotô, Meu Senhor!

Boa Semana!

terça-feira, 15 de março de 2011

O poder do benzimento


Nesse mês que passou, participei de algumas aulas de um curso à distância, sobre Benzimento. Matéria para mim desconhecida, pois não tenho lembranças de ter sido benzida quando criança... Tive contato apenas no ano passado, quando uma amiga fez um curso e precisava de “cobaias” e, como machuquei o pé "sem explicações", topei na hora – afinal, pior do que está não fica... *rs

Para minha surpresa, ela simplesmente me deu a oração e disse como deveria fazer e que elementos poderia usar. Digo que fiz apenas 02 das 07 vezes que deveria, mas tive um resultado impressionante.

Sem muita fé – afinal, funciono muito melhor como cientista, entendendo o porquê e para quê devo fazer determinada ação -,  fiz a oração e ia costurando a linha como ensinado. Minha recuperação – que acreditava-se precisar de 01 mês pelo menos – fez-se em 15 dias.

Hoje, ao fazer o curso, tenho feito alguns testes. Realmente, o poder da oração no benzimento é muito grande.

Minha receita de bolo (testada, com vários motivos, em vários momentos e pessoas) é:
Faço o sinal da cruz em mim, pedindo que aquele que será benzido seja ajudado segundo sua necessidade e merecimento e, começo fazendo uma cruz para cada verso da seguinte oração: 

 “Pelo Sinal da Santa Cruz
Livrai-nos Deus, Nosso Senhor
dos nossos inimigos” 

Então, são 3 cruzes na testa da pessoa (sem tocá-la),
3 cruzes na boca da pessoa – recitando mais uma vez a oração,
3 cruzes na altura do coração – também se tocar e repetindo os versos
E, para fechar, o sinal da cruz (aquele testa – umbigo – ombros) com a oração na pessoa e depois, em mim.

Muito útil... Espero que você, que está lendo, tenha a curiosidade e a oportunidade para utilizar esse poder simples em seu benefício e daqueles que você ama.

Abraços,
Fabi Cardoso

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Para Refletir - As três peneiras de Sócrates

Não conheço o autor, mas acho que o conteúdo vale a reflexão!
Aproveite! E vamos exercitar nossas peneiras!
Bjks, Fabi

As Três Peneiras de Sócrates
Um homem foi ao encontro de Sócrates levando ao filósofo uma informação que julgava de seu interesse:
- Quero contar-te uma coisa a respeito de um amigo teu!
- Espera um momento – disse Sócrates – Antes de contar-me, quero saber se fizeste passar essa informação pelas três peneiras.
- Três peneiras? Que queres dizer?
- Vamos peneirar aquilo que quer me dizer. Devemos sempre usar as três peneiras. Se não as conheces, presta bem atenção. A primeira é a peneira da VERDADE. Tens certeza de que isso que queres dizer-me é verdade?
- Bem, foi o que ouvi outros contarem. Não sei exatamente se é verdade.
- A segunda peneira é a da BONDADE. Com certeza, deves ter passado a informação pela peneira da bondade. Ou não?
Envergonhado, o homem respondeu:
- Devo confessar que não.
- A terceira peneira é a da UTILIDADE. Pensaste bem se é útil o que vieste falar a respeito do meu amigo?
- Útil? Na verdade, não.
- Então, disse-lhe o sábio, se o que queres contar-me não é verdadeiro, nem bom, nem útil, então é melhor que o guardes apenas para ti.